Com Botafogo invicto em seu estádio, lateral-direito projeta novo triunfo sobre o Vitória para time se recuperar da derrota para o América-MG. Sequência do Alvinegro terá São Paulo e Vasco

Após perder para o América-MG no Independência e se distanciar do pelotão de frente do Campeonato Brasileiro, o Botafogo viu aumentar a cobrança para receber o Vitória no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Nilton Santos. E é justamente no estádio que os jogadores se apoiam para reencontrar as vitórias e o bom futebol. Jogando em casa, o Alvinegro está invicto na competição: empatou com Palmeiras e venceu Grêmio e Fluminense.

Com uma rodada dupla fora na sequência do campeonato semana que vem, contra São Paulo quarta-feira no Morumbi e diante do Vasco sábado em São Januário, Marcinho quer explorar mais uma vez o fator casa contra o embalado Vitória, que vem de dois triunfos seguidos:

– Esse jogo vai ser muito importante para a gente. Estamos levando como grande força o Niltão. A torcida tem vindo, tem apoiado a gente até o final. Não temos tido trabalho fácil em casa, mas temos conseguido fazer valer nosso estádio e nossa torcida. Depois vai ser um bom momento para a gente mostrar que melhorou, buscarmos nossa primeira vitória fora. E vencer esse jogo domingo vai ser bom para dar mais força para os próximos – afirmou, em entrevista coletiva nesta terça.

Marcinho deu coletiva nesta terça após a reapresentação do time (Foto: Thiago Lima/GloboEsporte.com)

A média de público do Botafogo no Campeonato Brasileiro é de 8.149 pessoas após três jogos. Considerando todas as 11 partidas como mandante na temporada, a média cai para 6.749. Números ainda distantes dos 30.689 de média do Alvinegro na Libertadores do ano passado.

Confira outros tópicos:

100 DIAS DE VALENTIM

Balanço é positivo: título carioca, posição intermediária no Brasileiro e temos muito a crescer. Acho que é positivo.

ESTILO ELÉTRICO DO TÉCNICO

Acho que ajuda muito a gente, acaba motivando ver um cara incentivando do lado de fora. Para quem está em campo parece que está junto.

VALENTIM ABSOLVIDO NO STJD

A gente fica bastante aliviado. Perder nosso comandante por essa quantidade de jogos que você disse (seis partidas) não ia ser nada bom para a gente.

BOTAFOGO MAL FORA DE CASA

Acredito que seja mais por circunstâncias de jogo. Os times jogando em casa tendem a se impor. Acho que a gente tem sofrido sim com isso, mas nada que com o tempo, trabalhando mais forte, ajeitando algumas coisas, acabe melhorando.

COMO EVOLUIR?

Tende até ficar repetitivo aqui, mas Brasileiro é cada jogo uma final. Os times que chegam são os que têm mais regularidade. Temos que buscar essa regularidade para alcançarmos grandes coisas no fim do ano. A gente tem que encontrar essa ousadia fora de casa, faltou um pouquinho. Tivemos boa parte o controle do jogo (contra o América-MG), mas não fomos incisivos e efetivos… mais »

 

 

Fonte: GE/Por Thiago Lima, do Rio de Janeiro

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Volante e atacante se recuperam de problemas no joelho e na coxa e viram opção para o treinador no jogo do próximo domingo, no Nilton Santos. Marcos Vinícius e Gatito continuam fora

Após a derrota para o América-MG no ultimo domingo, o Botafogo se reapresentou na tarde desta terça-feira com boas notícias: Marcelo e Ezequiel estão recuperados e à disposição de Alberto Valentim para o jogo contra o Vitória no próximo domingo, às 16h (de Brasília) no Nilton Santos, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

Recuperado de uma lesão no joelho esquerdo, Marcelo estava fora de combate desde o jogo de ida da primeira fase da Copa Sul-Americana, contra o Audax Italiano no Chile, e ainda não jogou no Brasileirão. Titular no início de Valentim no clube, o volante tenta recuperar o espaço e tem a concorrência de Jean por uma vaga no time.

Ezequiel voltou a treinar normalmente no Botafogo (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

Por sua vez, Ezequiel retorna após se livrar das dores na coxa, que o tiraram dos últimos dois jogos do profissional e da segunda partida da semifinal da Copa do Brasil Sub-20. O atacante também já foi titular com Valentim e disputa posição em um dos setores mais concorridos da equipe, que conta atualmente com Kieza, Aguirre e Leo Valencia entre os reservas… mais »

 

 

Fonte: Por Thiago Lima, do Rio de Janeiro

Técnico alvinegro defende opção por Bochecha no meio de campo e diz que postura foi ofensiva no Independência: “Até nas minhas substituições deu para ver que tentei a vitória”

 Os melhores momentos de América-MG 1 x 0 Botafogo pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro

O Botafogo conheceu a sua segunda derrota no Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo, ao perder por 1 a 0 do América-MG no Independência (veja os lances no vídeo acima). Partida em que o Alvinegro apostou em uma formação diferente, retomando a trinca de volantes com Gustavo Bochecha no lugar de Kieza. O time, porém, jogou mal e criou muito pouco ofensivamente. Em entrevista coletiva, Alberto Valentim negou que a postura tenha sido defensiva:

– Postura não, pois tentamos jogar no campo do adversário o tempo todo. Se vocês viram bem, tentamos jogar no campo do América-MG o tempo todo, procurando achar esse espaço para além da posse (de bola) nós verticalizarmos, acharmos essa jogada de penúltima bola. A postura foi de um time que tentou a vitória o tempo todo, até nas minhas substituições deu para ver que tentei a vitória – justificou.

 

O treinador alvinegro explicou também o motivo por ter mudado a formação: sacou Kieza, adiantou Renatinho para a ponta esquerda e colocou Bochecha em uma trinca de volantes ao lado de Lindoso e Matheus Fernandes. Segundo Valentim, buscou qualificar a saída de bola:

– No jogo contra o Fluminense eu vi o nosso time com dificuldade para sair jogando, e o Gustavo me dá isso junto com o Rodrigo (Lindoso). São jogadores que buscam mais essa primeira bola que vem dos zagueiros ou dos próprios laterais para dar qualidade na saída de jogo. E ele consegue chegar no ataque também, até finalizou uma bola no primeiro tempo para fora. Por isso da entrada dele, procurar qualificar o nosso jogo.

Confira outros tópicos:

TROPEÇO?A gente queria uma vitória porque queria subir na tabela. O América-MG era um time que eu poderia continuar na frente deles. A nossa ideia de vencer fora de casa é para somarmos mais três pontos, não pensando que o América-MG é um dos candidatos a cair, isso você que está falando. A nossa ideia era de vir aqui e procurar somar.

ATUAÇÃO

A gente começou errando algumas coisas bobas, depois do decorrer do primeiro tempo nós melhoramos essa posse, achar esse espaço que falei agora há pouco. No segundo tempo a gente precisava caprichar e achar essa penúltima bola para fazer que a gente finalizasse. A gente teve até uma bola pela direita com o Luiz (Fernando) que ele não conseguiu fazer a bola chegar no Aguirre, depois tomamos um gol que a gente vai analisar bem. Brasileirão é assim. Bom que a gente vai ter essa semana cheia agora para pegar o Vitória, que vai ser um jogo difícil.


DIFICULDADES FORA DE CASA

Vamos procurar melhorar. A gente pegou o Sport, depois jogou bem contra o Cruzeiro aqui, um time muito forte. Precisa melhorar em todos os sentidos, principalmente nesse quesito de fazer com que a bola entre.

DISCUSSÃO LUIZ FERNANDO X BRENNER

Não vi nem a discussão. Eles estão procurando melhorar, acertar, por isso teve a discussão acredito eu. São dois homens tranquilos, sem problema.

Fonte: GE/Por Guilherme Frossard, Belo Horizonte


Pra cima! Domingo tem Fogão em mais um compromisso pelo Brasileirão! #VamosFOGO (Botafogo de Futebol e Regatas)

O importante era vencer o clássico, e vencemos… Bom futebol do time a gente tem que cobrar um pouco mais pra frente. Quem sabe depois da parada para a Copa no meio de junho quando o técnico Valentim terá tempo suficiente para recuperar atletas entregues ao DM e aprimorar os fundamentos da equipe. Dentre eles, a transição rápida para o ataque e a falta de pontaria crônica dos homens lá da frente.

É bom ganhar três pontos quando não vamos tão bem num jogo e contra o Fluminense, na rodada passada, foi muito desse jeito. Não podemos reclamar. Quantas vezes tivemos mais posse de bola, dominamos o adversário e saímos frustrados de campo quando a vitória não veio?

Pois bem… No clássico vovô foi a vez deles lamentarem o resultado. Nos pressionaram, dominaram a maioria das ações de jogo, perderam inúmeras chances de botar frente no placar e saíram frustrados com a derrota por 2 a 1.

VITÓRIA GLORIOSA! Lindoso e Kieza marcam, em duas assistências de Marcinho, e o Botafogo vence o clássico vovô no Niltão. Pedro fez o gol do Fluminense! (@FoxSports)

Aqui atrás, pararam nas mão ágeis de Jefferson que, com uma exibição de gala, lembrou os melhores tempos de carreira. O arqueiro foi decisivo para a vitória. Fez a sua melhor partida desde que voltou à titularidade, com pelo menos seis defesas de alto nível. Foi, disparado, o melhor em campo e merecia levar pra casa – se ainda existisse a premiação – o Motoradio da partida.

Enquanto isso, lá na frente, a precisão das assistências de Marcinho pela direita nos proporcionaram dois belos gols de cabeça – nossa arma mais eficiente até aqui. O primeiro no oportunismo de Lindoso (26’/1o.T) e o segundo, com Kieza (16’/2o.T) na posição de centroavante já que havia iniciado o jogo na extrema esquerda, ocupando a vaga deixada Valencia que sentiu a coxa e ficou fora da partida.

Kieza deslocado pela esquerda foi um dos principais fatores para o descontrole demonstrado pelo time já que houve um descompasso nas funções, principalmente no primeiro tempo quando fomos amassados pelo time do Abelão. A coisa só desenrolou no segundo tempo quando Valentim voltou com Bochecha no lugar de Renatinho. Sobrecarregado, o meia não fez um bom jogo tentando armar jogadas e cobrir as investidas de Gilberto já que Kieza não mostrou intimidade com a função. Paciência…

Isso é um problema que o técnico vai precisar resolver daqui pra frente para buscar o equilíbrio do esquema: arrumar lugar para três centroavantes onde só cabe um ou mesmo dois, em situações extremas. Brigam pela vaga: Brenner, que é o artilheiro do time na temporada e atravessa bom momento; Kieza, que chegou com status de titular fazendo gols, se contundiu, perdeu a posição e tenta retomar a vaga aproveitando as chances dadas pelos técnico geralmente, pela beirada do campo; e Rodrigue Aguirre, a maior contratação da temporada que, pelas circunstâncias atuais do elenco, não pode ficar fora da equipe – diz saber jogar pelas extremas mas prefere a posição de centroavante.

 

Veja o que escrevemos no post de pré-jogo: Com as presenças confirmadas de Aguirre e Moisés, Botafogo precisa vencer o clássico para voltar ao G-6…

 

Como o Clássico foi disputado na segunda-feira, o grupo teve um dia de folga e voltou aos treinos na tarde de quarta-feira depois de posarem para a foto oficial do título Carioca no mesmo dia em que se comemora o Dia do Botafogo criado na data de aniversário de Nilton Santos, o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos e maior ídolo da história alvinegra. Se estivesse vivo, seu Nilton estaria completando 93 anos.

Valentim ainda teve mais dois dias de treinamento antes do embarque para Belo Horizonte onde o time enfrenta o América-MG, no Independência, às 16h de domingo, pela sexta rodada do Brasileirão.

Mesmo jogando fora de casa, o Botafogo vai buscar mais uma vitória para manter viva a briga por uma das vagas à Libertadores. Não vai ser fácil, mas vamos…

Jogando em seus domínios, o América defenderá uma longa invencibilidade contra o Glorioso pela Série A. O Coelho venceu seis e empatou outros dois duelos disputados em Minas. O retrospecto dos mineiros como mandantes chama a atenção. Até o momento, os dois triunfos conquistados nessa edição do Brasileiro, sobre Sport e Vitória, foram alcançadas no Horto apesar de estarem há três jogos sem vencer…. mais »

Por Felipao Bfr em Blog do FelipaoBfr
Aguirre estreia com moral, Kieza faz as pazes com a rede, e Brenner segue como artilheiro do time, mas não marca há três jogos. Qual deles deve ser a referência no ataque alvinegro?

Um time com três atacantes com status de titular. Um esquema tático com três homens de frente. Se o futebol fosse uma ciência exata, os problemas do Botafogo seriam facilmente resolvidos. Mas Alberto Valentim nem precisa fazer contas para saber que terá uma dor de cabeça pela frente: Brenner, Kieza e Aguirre têm características diferentes, mas originalmente são da mesma função, o que aumenta a concorrência pela camisa 9 alvinegra a partir de agora.

 

Kieza chegou para ser o substituto de Roger no Botafogo e assumir a camisa 9 (até por isso seu apelido é “K-9”). Começou como titular com Valentim e teve um início promissor, fazendo gols nos primeiros jogos. Mas uma lesão na coxa direita atrapalhou a sequência e o fez perder espaço. Recuperado, o centroavante encerrou um jejum de quase três meses, mas tem sido improvisado como ponta-esquerda nas últimas partidas. Ele garante não ter preferência por posição:

– Nunca tive pretensão de estar centralizado, sempre joguei aberto também. A oportunidade que tiver tem que estar disposto a aproveitar da melhor forma possível.

Mas para funcionar pelos lados, Kieza precisa encaixar a recomposição. O problema é que a marcação não é a sua praia. Embora não admita, é centralizado que ele rende melhor. Prova disso é que três dos seus quatro gols pelo Botafogo são de centroavante, com conclusões na área e de primeira. Com ele de 9, o time fica com um ataque mais leve, de maior movimentação. Sua média com Valentim é de uma finalização a cada 59 minutos.

Reserva de Roger no ano passado, Brenner viu a diretoria procurar outro 9 no mercado e foi buscar em campo nesta temporada o seu status de titular. Já vinha estufando as redes antes mesmo da chegada de Kieza, e quando o companheiro se machucou aproveitou a brecha para se tornar o artilheiro da equipe em 2018, com oito gols. Porém, não marca há três jogos (seu último foi sobre o Grêmio), justamente agora em que a concorrência está aumentando.

Do trio, é o único que não tem características para ser improvisado na beirada. Porém, não é aquele centroavante fixo que só sabe jogar na área. Brenner recua muito para buscar jogo quando a bola não chega e pode fazer até a função de meia. Sua média de finalizações com Valentim é a maior da posição, uma a cada 45 minutos, e com ele o Botafogo ganha no jogo aéreo, no pivô (já deu uma assistência) e em cobranças de pênalti (nunca perdeu pelo Alvinegro).

Contratação mais badalada do clube, Aguirre chegou em março e demorou a ficar à disposição por conta da recuperação de uma cirurgia no joelho direito. Enfim liberado e em forma, o atacante estreou na vitória sobre o Fluminense. Foram apenas 18 minutos em campo, sequer deu tempo de finalizar. Mas a vontade com a qual entrou e uma arrancada já foram o suficiente para animar a torcida, ansiosa para ver mais nos próximos jogos…mais »

 

Fonte: GE/Por Thiago Lima, Rio de Janeiro

No terceiro Clássico Vovô de 2018, Alvinegro ganha do rival carioca que faltava graças à atuação de gala do ídolo, à mudança de esquema no segundo tempo e aos gols de ex-tricolores na bola aérea

Melhores momentos de Botafogo 2 x 1 Fluminense pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro

Demorou quatro meses, ou três clássicos, mas enfim o Botafogo superou o “entalado” Fluminense em 2018. Depois de um 0 a 0 sem graça na Taça Guanabara e uma dolorida derrota por 3 a 0 na final da Taça Rio, o Alvinegro deu o troco no Campeonato Brasileiro: 2 a 1 (veja os lances no vídeo acima). Venceu e convenceu? Não. O time jogou muito mal e ganhou nos detalhes. O técnico Alberto Valentim ainda tem muito trabalho pela frente.

JEFFERSON, O RETORNO

 

Pensa em um monstro?

Os três pontos na conta do Botafogo no Brasileiro passam antes de qualquer coisa pelas luvas de seu ídolo, provando que um rei jamais perde a majestade. Cinco dias depois de ter falhado contra o Audax Italiano na Sul-Americana, Jefferson fechou o gol contra o Fluminense. Foram cinco defesas difíceis do goleiro, que tem recuperado a forma e mostrado que Gatito encontrará forte concorrência quando voltar de lesão.


MUDANÇA TÁTICA

Bochecha foi fundamental em novo esquema tático no segundo tempo (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

 

O Botafogo venceu, mas passou longe de jogar bem. Especialmente no primeiro tempo, quando foi completamente envolvido pelo Fluminense. O domínio rival se dava especialmente por ganhar o meio de campo pela superioridade numérica. Kieza de ponta-esquerda não voltava para recompor, e Renatinho era forçado a dar cobertura a Gilson, mas não é a dele marcar. Valentim corrigiu os buracos na etapa final colocando Bochecha e jogando com três volantes. Mesmo mal tecnicamente, o Alvinegro conseguiu ter momentos de superioridade.

 

LEI DO EX EM DOSE DUPLA

Lindoso e Kieza jogaram no Fluminense entre 2009 e 2012 (Foto: Jorge R Jorge/BP Filmes)

Aquela famosa lenda do futebol, de que ex-jogadores de um time fazem gol ao jogar contra o antigo clube, reapareceu no Botafogo x Fluminense. Kieza, que jogou nas Laranjeiras entre 2009 e 2010, e Lindoso, que defendeu o Tricolor entre 2011 e 2012, foram os artilheiros da noite que construíram a vitória alvinegra no Nilton Santos. O time ainda tinha em campo Igor Rabello, com passagem pelas categorias de base de Xerém… mais »

Fonte: GE/Por Thiago Lima, Rio de Janeiro

Fogão fecha a rodada com clássico em casa! Vamos pra cima, FOGO! 🔥 (Botafogo de Futebol e Regatas)

Com uma atuação displicente e pouquíssima inspirada de seus atacantes, o Botafogo conseguiu, na última quarta-feira, a esperada classificação para segunda fase da Copa Sul-Americana ao empatar com o Audax Italiano do Chile por 1 a 1 no Estádio Nilton Santos.

Aos 13 minutos da etapa complementar, Matheus Fernandes abriu o placar para o Alvinegro e Cabrera empatou para o time chileno aos 40 minutos.

O Glorioso fez uma partida muito irregular em todos os fundamentos. Passou sustos desnecessários e irritou sobremaneira a sua torcida, tanto que, ao fim do jogo, o time saiu debaixo de vaias mesmo tendo conseguido o seu intento. Os atletas alvinegros desperdiçaram seguidas chances para matarem o jogo complicando uma partida que tinha tudo para ser tranquila, tanto pela vantagem conseguida com a vitória no primeiro jogo (2 a 1) como pela baixa qualidade técnica do adversário, vice-lanterna do Campeonato Chileno.

Veja o que escrevemos no post de pré-jogo: Pela Sul-Americana, o Botafogo recebe o Audax Italiano no Nilton Santos para confirmar a classificação…

¡Final en Río de Janeiro! @BotafogoOficial y @audaxitaliano igualaron 1-1. El equipo brasileño avanza a la segunda fase tras imponerse 3-2 en el global. (@Sudamericana)

O gol que, supostamente, nos traria a tranquilidade na partida foi o primeiro de Matheus Fernandes nos profissionais. Depois de boa assistência de Leo Valencia, o volante de 19 anos arriscou um chute da intermediária que entrou no cantinho esquerdo, sem chances para o goleiro.

Mesmo com a vantagem no placar, a displicência perdurou por todo o segundo tempo. Passamos sufoco com Jefferson se desdobrando para garantir o resultado e nem isso conseguiu. O experiente goleiro foi vencido por um belo chute de Cabrera de fora da área, sem que tenha reagido a contento.

Nem mesmo as modificações feitas por Valentim nos tiraram do estado de letargia. Kieza, que entrou no lugar de Leo Valencia, foi bem na primeira jogada penetrando pela esquerda (15′). Serviu a Brenner dentro da área que acertou a trave adversária com estilo. Já na segunda oportunidade em que apareceu, perdeu gol feito (36′) ao tentar um passe para Lindoso quando deveria concluir em gol já que estava cara a cara com o goleiro. Um zagueiro interceptou o passe já dentro da área para desespero da torcida. Faltou confiança e ambição ao “experiente artilheiro”.

Antes, aos 26 minutos, Matheus havia perdido uma chance incrível para matar o jogo ao chutar para fora diante do goleiro e depois, no finalzinho (44′), foi a vez de Pimpão decepcionar o torcedor. O atacante arrancou livre do meio do campo em direção ao gol mas errou a conclusão bizonhamente ao tentar encobrir o arqueiro. A bola subiu muito e saiu por cima do travessão.

Os chilenos também perderam chances claras para virarem o placar. Numa delas, Geraldino perdeu gol feito debaixo da trave e sem goleiro. Uma vitória por 2 a 1 para os chilenos levaria a partida para os pênaltis.

Passado o susto do dia anterior, o grupo voltou aos treinamentos na quinta-feira visando o clássico contra o Fluminense no Nilton Santos, marcado para às 20h de segunda-feira, fechando a quinta rodada do Brasileiro. Já o adversário, retornou ao Rio na tarde de sexta-feira oriundo de Potosi, na Bolívia, onde, sob efeito da altitude de 4.000 mil metros, foi derrotado pelos donos da casa por 2 a 0 mas, mesmo assim, conseguiu avançar na competição já que havia vencido o primeiro jogo por 3 a 0 no Maracanã.

Enquanto na Sul-Americana o Bota aguarda o sorteio que apontará o adversário na segunda fase, no Brasileiro o time precisa se recuperar da derrota para o Cruzeiro sob pena de frequentar uma área perigosa da tabela, próxima a zona de degola… mais »

Por: Felipao Bfr em Blog do FelipaoBfr